Ministério

Fátima é cotada para assumir ministério no quarto governo Lula

Governadora poderá integrar a equipe federal após abrir mão de disputar uma vaga no Senado; área de desenvolvimento regional é apontada como possibilidade.
29 de outubro de 2026
Divulgação
Fatima-Bezerra
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A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), é apontada como um dos nomes cotados para ocupar um ministério no próximo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A possibilidade ganhou força após a definição do cenário político estadual, com a eleição de Cadu Xavier como sucessor da petista, segundo informações divulgadas por integrantes do partido ao site Metrópoles.

De acordo com as articulações mencionadas por lideranças do PT, Fátima poderá assumir uma pasta voltada à coordenação de políticas públicas de desenvolvimento regional e ao enfrentamento das desigualdades entre as regiões brasileiras.

A governadora também desistiu de disputar uma vaga no Senado Federal, movimento que, conforme as informações divulgadas, pode estar relacionado às negociações para sua participação no primeiro escalão do governo federal. Até o momento, porém, não há confirmação oficial sobre o eventual convite ou a definição de uma pasta.

Outros nomes

Fátima Bezerra não é a única liderança nordestina citada nas articulações para a composição ministerial. O governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), aparece entre os nomes mencionados para o Ministério da Fazenda, possibilidade noticiada anteriormente pelo portal Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha.

Outro nome citado é o de Camilo Santana, ex-governador do Ceará e ex-ministro da Educação, que também poderá voltar a ocupar uma posição na Esplanada dos Ministérios.

Já Rui Costa (PT-BA), ex-governador da Bahia, ex-ministro da Casa Civil e senador eleito, é apontado como outra possibilidade para integrar a equipe de Lula.

As movimentações fazem parte das articulações políticas em torno da formação do governo federal. A eventual participação de Fátima Bezerra representaria uma mudança de atuação para a petista, que deixaria o comando do Executivo potiguar para assumir uma função na administração federal.

A composição ministerial, contudo, depende de definições políticas e de anúncios oficiais da Presidência da República.